Pessoas que gostam de novas experiências, aventuras e explorações fora do comum na natureza selvagem adoram os Ecotours SAVE THE FROGS! SAVE THE FROGS! são definidos por amizades duradouras, impressões, experiências e aventuras, onde você conhecerá pessoas com interesses semelhantes e viverá experiências inesquecíveis. O Ecotour SAVE THE FROGS! em 2016 reuniu pessoas de todas as idades — de universitários a idosos — de diversas origens, unidas por um amor comum por sapos, vida selvagem e aventura. A viagem incluiu muitas primeiras vezes para os participantes, como resgatar uma jaguatirica, deslizar em tirolesa pela copa das árvores e até mesmo a primeira vez fora do país ou voando sozinho para alguns. Leia os perfis abaixo de alguns dos participantes de 2016 para ter uma ideia de como é viajar com SAVE THE FROGS! e saiba mais sobre nossos próximos ecotours aqui .

Foto de Pristimantis ornatissimus de Mashpi, Equador, cortesia de Jaime Culebras , que guiou nosso grupo pelas florestas nubladas de Mindo.
Jéssica Srivener
P: O que você faz da vida?
R: Sou coordenadora de estágio e tratadora no Lubee Bat Conservancy, na Flórida. Alimento e cuido de mais de 200 animais, representando nove espécies diferentes de morcegos frugívoros, uma tartaruga, um petauro-do-açúcar e dois lagartos-de-cauda-preênsil. Também auxilio em pesquisas não invasivas e educação ambiental. Meus hobbies são fazer trilhas e passear com meu cachorro.
P: O que você veio ver, fazer ou realizar no ecoturismo?
R: Eu estava muito interessado em ver rãs-flecha-venenosas, uma espécie de gato e uma espécie de macaco, e consegui ver todos eles e muito mais!
P: Qual foi o seu momento favorito da viagem?
R: Provavelmente nossa estadia na Amazônia, porque ir para a Amazônia era um sonho de vida e pudemos ver rãs-flecha, macacos-esquilo e ajudar na transferência e resgate de um filhote de jaguatirica.
P: Qual foi a primeira vez que você fez algo nessa viagem?
R: Foi a minha primeira vez fora do país, fazendo rafting, tirolesa, trilhas em altitudes tão elevadas e experimentando comidas diferentes.
P: O que você não esperava, mas que enriqueceu a experiência da viagem?
R: Eu jamais imaginaria que encontraríamos um filhote de jaguatirica precisando de ajuda em uma das pousadas onde estávamos hospedados. Também não esperava estar com um grupo tão incrível de aventureiros e criar laços com todos, que certamente se transformarão em amizades para a vida toda.

Jessica Scrivener posando com seus novos animais favoritos
Deborah Blake Dempsey
P: O que você faz da vida?
R: Sou escritora e gerente financeira. Meus hobbies fora do trabalho são cozinhar, ler, caminhar, acampar e viajar.
P: O que você veio ver, fazer ou realizar nesta ecoturismo?
R: Aprender mais sobre anfíbios, STF (Sociedade de Pesca Esportiva), conservação e ideias de pesquisa para a série de livros The Hoppernots.
P: Qual foi o seu momento favorito da viagem?
R: Não houve um momento específico, mas sim desde o instante em que saí de casa rumo ao aeroporto para o Equador até o momento em que entrei no táxi para voltar para casa. Fui com a mente aberta e sem expectativas, a não ser aprender e vivenciar algo novo para enriquecer minha vida e minhas histórias. Tudo em mim foi desafiado – mente, corpo e alma – e voltei para casa uma pessoa mais rica e tranquila, porque me abri para o que o Equador e a convivência com 16 outros desconhecidos por 12 dias poderiam me ensinar.
P: Qual foi a sua primeira experiência nesta viagem?
R: A tirolesa foi uma experiência inédita e superou todas as minhas expectativas. Voar de cabeça para baixo na floresta nublada sobre os Andes, com os braços abertos e a alma em busca de algo, foi simplesmente de tirar o fôlego. A busca noturna por rãs também foi uma novidade! Ser envolvida pela escuridão da noite, com uma luz brilhante na testa, procurando rãs e encontrando pássaros dormindo escondidos nas árvores, cobras enroladas sem querer ser incomodadas, aranhas em busca de alimento, mariposas estranhas, peludas e coloridas, e baratas do tamanho da minha mão foi revelador. E, claro, as rãs lindas e majestosas que eu vim ver foram a primeira coisa que eu procurava e muito mais. Que aventura! [Gostaríamos de acrescentar que Deborah foi a mais corajosa e destemida na tirolesa, chegando a ficar de cabeça para baixo com o guia quando a maioria dos outros participantes estava com medo!]
P: O que você não esperava, mas que enriqueceu a experiência da viagem?
R: A trilha até a cachoeira na Ruta de las Cascadas. Foi uma das coisas mais difíceis fisicamente que fiz em muito tempo, mas foi ainda mais um desafio mental. Eu queria parar — e parei várias vezes —, mas algo dentro de mim me impulsionava a continuar, assim como meu novo melhor amigo, Bertuus (meu bastão da sanidade). Quando finalmente cheguei à cachoeira e mergulhei nas águas refrescantes, cercada por tanta beleza, algo estranho e maravilhoso aconteceu. Como um batismo, emergi como uma pessoa nova. A água lavou toda a "dificuldade" da caminhada até a cachoeira. A volta foi tranquila. Cheguei a me perguntar por que achava a caminhada de ida tão ruim. Foi desafiadora, mas não um desafio ruim. Superei um bloqueio mental que eu tinha e nem sabia que existia. Posso dizer honestamente que estou muito mais forte depois da cachoeira.

Deborah Blake Dempsey após a caminhada até a cachoeira que mudou sua vida
Mike Horton
P: O que você faz da vida?
R: Sou bióloga aposentada, especializada em espécies ameaçadas de extinção. Meus hobbies são escrever, ler e viver aventuras.
P: O que você veio ver, fazer ou realizar neste ecoturismo?
R: Explorar a América do Sul, fazer trilhas, observar pássaros e procurar rãs.
P: Qual foi o seu momento favorito da viagem?
R: Observação de pássaros na primeira manhã na Casa Divina [Gostaríamos de acrescentar que a esposa de Michael, que também estava na viagem, nos contou que uma observadora de pássaros nasceu naquele dia. A nova obsessão pela observação de pássaros, que durou o resto da viagem, nasceu naquela manhã. Mindo e os guias incríveis fazem isso com as pessoas!]
P: Qual foi a primeira vez que você fez essa viagem?
R: Primeira vez na América do Sul.
P: O que você não esperava, mas que enriqueceu a experiência da viagem?
R: Eu não esperava encontrar pessoas tão maravilhosas na viagem. Algumas delas provavelmente serão minhas amigas para a vida toda.

Michael Horton com a Dra. Kerry Kriger, fundadora da organização SAVE THE FROGS! à esquerda, e Jessica Scrivener, à direita, subindo a montanha com vista para Quito, capital do Equador
Choti Singh
P: O que você faz da vida?
R: Eu ajudo pessoas com deficiência intelectual a lidar com desafios comportamentais e de saúde mental para que se integrem com sucesso à vida comunitária. Meus hobbies incluem estar em contato com a natureza e observar a vida selvagem, fotografia e passar tempo com meus animais.
P: O que você veio ver, fazer ou realizar nesta ecoturismo?
R: Participar de uma ecoturismo da STF!; ir à América do Sul pela primeira vez; conhecer o Equador; visitar as Ilhas Galápagos; e estar em meio à incrível fauna e flora da floresta tropical e da floresta nublada!
P: Qual foi o seu momento favorito da viagem?
R: Foram tantos! Vi rãs icônicas, tucanos selvagens, macacos-esquilo brincando ao meu redor, a serenidade de descer o rio de boia…
P: Qual foi a sua primeira vez nesta viagem?
R: Muitas primeiras vezes! Primeira vez naquele continente, no Equador, tirolesa!! Primeira vez que vi uma rã-de-vidro na natureza!
P: O que você não esperava, mas que enriqueceu a experiência da viagem?
R: Fazer tirolesa foi uma aventura!

Choti Singh navegando em um afluente do rio Napo a caminho do AmaZOOnico, um centro de resgate de animais selvagens na Amazônia

